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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Curando Feridas da Alma

Dinâmica:

Mostre as mulheres uma nota de R$ 20,00 ou R$ 50,00. Pergunte á elas se elas gostariam de ganhar aquela nota, se esta nota tem algum valor. É claro que as respostas serão “SIM”. Então amasse bem a nota, pise nela. Mostre a nota amassada e suja e volte a fazer as mesmas perguntas: gostariam de ganhar esta nota, se esta nota tem algum valor. É claro que as respostas continuarão sendo “SIM”.
Então fale assim:
“O que acabamos de vivenciar nos deve servir de grande lição”.
Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta nota, porque ela não perde o valor. 
Amarrotada, amassada, dobrada, envelhecida, enrugada, ela continuará a ter o mesmo valor. 
 Em nossas vidas também ficamos um tanto amassados, amarrotados pelas desilusões, pelas dificuldades da vida, pelo cansaço que vai tomando conta de nós. 
Às vezes nos dobramos ante o peso das dores que nos chegam. De outras, o pranto que derramamos pela perda financeira ou pelo abandono de um amigo, nos deixa com aspecto doentio, enrugado. 

De outras vezes podemos nos sentir como notas sujas, pelas decisões erradas que tomamos. É quando o remorso chega e tenta se assenhorear de nossa mente. 

Quando tudo isso acontece, nos sentimos desvalorizados, acreditamos que somos homens ou mulheres sem valor. 

Mas, não é verdade. Não importa quanto estejamos sujos, maltratados, amarrotados, pisados, enrugados. Continuamos a ter valor. Um valor especial. ” 


MINISTRAÇÃO:

Todas as experiências vividas por nós ao longo do nosso existir não se perdem. Tanto as agradáveis quanto as dolorosas ficam registradas dentro de nós. As experiências agradáveis são arquivadas com prazer, e sempre bem lembradas. Mas as experiências com algum nível de sofrimento ou dor deixam feridas profundas.
Se estas lembranças não forem tratadas adequadamente o resultado será amargura, apodrecimento emocional, ausência de paz no coração e o surgimento de enfermidades diversas.
Quando lemos 1Sm.1:10,11
 “... levantou-se Ana e, com amargura de alma, orou ao Senhor, e chorou abundantemente. E fez um voto, dizendo: ‘Senhor dos Exércitos, se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva te não esqueceres, e lhe deres um filho varão, ao Senhor o darei por todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha ...”
 Vimos Ana, uma mulher que embora amada pelo marido Elcana, tinha a alma muito enferma. Ana era estéril e a angústia de não poder gerar filhos lhe causava muitas feridas. Ana sentia-se humilhada, pisada, incapaz,
Penina, a outra esposa de Elcana lhe deu filhos e filhas, o que a fazia sentir-se superior a Ana. Penina agredia Ana com palavras de provocação que a irritavam e a humilhavam. Ao invés de adorar a Deus, Ana só conseguia chorar. Numa manhã, Ana foi ao lugar da adoração a Deus, e abrindo o coração diante do Senhor, chorou toda a sua dor, contou-lhe da aflição e fez-lhe um pedido e um voto. Ana estava diante do maior psicólogo do mundo. Ali, diante de Deus ela abriu totalmente a sua alma ferida, e com sinceridade expôs todo seu sofrimento.
Ao derramar a sua alma perante o Senhor, Ana foi transformada de uma mulher triste e estéril, em uma mulher alegre e fértil, porque tratou as feridas da alma.
As vivências dolorosas quando armazenadas sem tratamento nos apodrecem, mas quando compartilhas e tratadas, nos fazem cheios de saúde e vida.
Faça como Ana, entregue suas feridas ao Senhor, confessando, perdoando e abrindo o coração. Assim estarás pronta para sorrir, amar e servir.

Um comentário:

  1. agradeço a Deus pela sua vida Pastora, tem me edificado e tenho ajudado a outras

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